Por que eu alguém que se prostitui se o preço é não se tornar alguém que se prostitui, não se tornar alguém com intenções de prostituir os pais, não se tornar alguém que se submeta ao que ele tentou fazer com que eu me submetesse e se era ele que pagava a despesa da casa dele com o dinheiro que me devia ao invés de me o devolver e se o dinheiro referente ao pau enfiado na boca da mãe; o dinheiro do puta é a mãe e é chup(") de p(") a vagabunda; ficou no bolso dele e dos seus amigos?
Sobre trabalho, em coisas que ele me disse ou informou: quando comprou a fazenda que ele tinha comprou algumas cabeças de gado e construiu um curral e disso só sobraram algumas formas usadas para fabricação de queijo, abandonadas na despensa da sua fazenda! Comprou mudas de frutíferas para fazer um pomar e marrecos e patos e os trouxe de barco para a cidade em que vivia pois estrada e asfaltada ainda não havia! Do pomar que resolveu fazer só ficou um pé de ata e algumas cítricas com galhos secos e servindo de ninho para formigas, tudo tomado pelo mato, e dos marrecos e pto0s nada sobrou, comidos pelos habitantes da casa dele! E isso havia acontecido sem a minha presença, eu não estava lá e quando muito dos marrecos e patos que ainda estavam lá eu comi alguns dos ovos , mas não fui eu que os comi!
Na horta da qual se orgulhava por ser ela feita sobre as cinzas de bagaço de cana do alambique que lá antes havia e funcionava, e de a ter a feito ali por ter observado que sobre essas cinzas o mato se desenvolvia mais e as hortaliças que ele dali obtinha eram hipertrofiadas, as alfaces o dobro ou triplo do tamanho e sem uso de adubos químicos e nisso se exibia ou disso se gabava e na sua horta além de hortaliças haviam algumas roseiras e aí já o dano ou o prejuízo que eu lhe causei pois formigas cortaram as folhas dessas suas roseiras e a horta estava sob minha responsabilidade e eu não soube evitar mas não em descaso ou negligência! Eu ia à horta todos os dias, notei que havia folhas de roseiras no chão e perguntei a um rapaz que lá havia sido deixado para cozinhar o que poderia estar causando essas folhas caídas no chão e ele me disse formigas! Havia um aplicador de formicida mas não havia formicida e o dono da casa não havia deixado comigo dinheiro para alguma eventualidade! O que eu pensei em fazer , ferver água e despejar sobre as formigas à noite eu pensei que apenas iria fazer com que levasse dois ou três dias o que fariam em um, não evitaria, apenas faria com que o processo ocorresse mais lentamente e também pensei que como acontece com alguns tipos de vegetação , perderiam as folhas mas as folhas voltariam a nascer, as plantas não morreriam com isso! Se um pouco que seja capaz de raciocínio iria até a casa de algum de seus parentes na cidade e pediria para que comprassem formicida para mim! Nisso, eu estaria demitido por não ter conseguido cuidar de suas roseiras, não?! mas ficaria justificado matar e dessa forma por isso? E eu já não estava em condições de se pegasse a mochila e tentasse voltar para a minha casa de achar que conseguiria faze-lo e estava esperando um dinheiro meu que havia pedido por carta para um parente meu para conseguir voltar para minha casa! Esse dinheiro eu pedi ou essa carta pedindo para que um parente meu me enviasse algum dinheiro eu pedi para um amigo dele enviar mas carta tendo sido enviada de outra cidade fez com que o dinheiro também fosse enviado para outra cidade e essa carta eu pedi para o amigo dele enviar após uma cena em que ele estava sentado na mesa da cozinha dele e falando de uma questão que ele teve com a universidade em que estudava sobre uma nota que a ele tinha sido atribuída em uma dessas provas de avaliação de aprendizagem e em que dizia que saiu de uma sala da universidade chamando quem lá estava de FDP e de que havia ganho a questão e olhava para mim e perguntava se eu estava ouvindo bem! E a coisa com as formigas aconteceu depois! Eu nunca havia plantado, não sabia nada de nada e naquele lugar chove torrencialmente diariamente durante meses, novembro, janeiro, até meados de fevereiro e nesse período, o período que lá fiquei eu acho em horta não dá para cultivar alguma coisa, ou capinar, fazer canteiros em chuva torrencial! Mesmo assim ele nunca deixou de cozinhar por falta de lenha nem mesmo por não ter o machado cabo ou fio e nunca encontrou algo roubado ou faltando quando voltava de suas idas para outros lugares e tinha louça higienizada e assoalho da casa sem poeira sem acumulando e quando de lá sai em meados de fevereiro comprei por vontade própria mantimentos, desses que uma vez por mês ele trazia da cidade por me sentir grato a ele de alguma forma! E ele ficou horas até terminar seu litro de aguardente insistindo para que eu lá ficasse e até dizendo que não me tinha como um inimigo, alguém que ele queria destruir. Insistência que eu estranhei ou da qual desconfiei por não me achar e não ser mesmo alguém que conseguiria fazer o trabalho que um outro empregado dele que lá estava fazia e bem feito!
Mas ele apenas tinha me deixado ficar na casa dele para se realizar intelectualmente como assassino em cima de mim!
Quando para lá voltei fez com que eu gastasse todo o dinheiro que eu tinha em despesas dele e da casa dele e o fiz por pensar ser ele alguém honesto e que devolveria esse meu dinheirinho! Ele não me disse assim que cheguei que se você veio para ficar como empregado como da outra vez eu não quero você como empregado na minha casa! Fez gastar o dinheiro todo e quando o dinheiro terminou não me devia nada e eu lá estava de lá não saia por ter intenções desonestas mas nunca de uma forma clara e diretamente ! Sem que eu chegasse a compreender fazia com que sair de lá se tornasse como se fosse por ser eu alguém que se prostitui e estar sendo rejeitado, não ser para ele necessário como prestador de serviços sexuais!
Sentado à mesa com um pescador eu amarelei, tirei o corpo fora e questionei a masculinidade dele ou para alguém que insinuou ser eu um puto devolvi a insinuação?
Nu na cachoeira, em um aniversário dele, com visitas, mas não havendo ninguém além de mim na cachoeira e tendo olhado para a porta e para as janelas para tirar a roupa e dar um pulo pelado na cachoeira se eu não ouvi passos e nem vozes , de pessoas que se dirigiam para a casa mas sem ter notado a sua presença, eu estaria nisso me oferecendo para alguém, desrespeitando alguém ou seria apenas imprudência de alguém que não se deu conta de que não estava entre pessoas que não lhe desejavam algum mal mas muito pelo contrário!
A inundação que levou parte da terra da horta minha culpa de alguma forma? E era ele que passou a semear e quando do transplante das mudas quem o fazia era o outro empregado, sadio, amigo dele! Eu me limitei a regar, arrancar matinhos e a ajudar no fazer canteiros quando da semeadura e quando do transplante! Minha culpa o estado em que a horta estava, sem mais nada plantado, com parte da cerca que havia sido levada pelas águas ainda sem conserto?
E ele não me disse que me daria comida e ou dinheiro em troca do que queria fazer mas pelo contrário, para que saísse da casa dele , lá não comesse, lá não ficasse! Um puto ou um travesti poderia ser acusado de prostituição nisso se permitisse algo assim lhe sendo dito para permitir que era não para ter comida ou dinheiro em troca mas para que lá não ficasse, lá não comesse! Por que alguém, não sendo um puto ou um travesti, chegaria a permitir algo assim? Ninguém, por mais demente que seja, por não desejar prostituição para si próprio, por não querer para a sua boca a serventia que ele mencionou por, por estupidez, a confundir com afeto, querendo se proteger mentalmente de alguma forma disso pensaria que o faria permitindo o que ele queria? Ele conseguiria fazer com que eu lhe permitisse o que permiti se tivesse me oferecido comida ou dinheiro em troca? Mas e aí? Puta vai ser? Se eu não poderia mais lavar louça e nem manter o assoalho sem poeira se acumulando, o trabalho diário que eu fazia e tendo que ficar lá e lá permitindo o que permitia e lá comendo eu pensaria que estaria pagando a minha despesa com o que estava permitindo? Eu pensei no dia seguinte, ao ir lavar a louça e compreender que eu já não poderia mais fazer isso que eu não permiti para ter comida em troca e eu tenho o dinheiro do meu pai e da minha mãe para pagar essa despesa minha que passaria a existir! E ele não estaria pagando a despesa da casa dele com o dinheiro que me devia ao invés de devolvê-lo? Seria o unir o útil ao agradável dele? Enfiar o pau na bunda do trapo até matá-lo e pagar a despesa dele com o dinheiro do trapo? Eu poderia obrigá-lo a devolver o dinheiro que eu tinha? Eu poderia evitar e lutar contra o que se ele não estava me forçando fisicamente, se eu não chegava a compreender claramente as coisas, por que me acusava disso ou daquilo e se até em pensamento me mover em criança , em um punho na direção da cara dele se tornava uma coisa dúbia como se estivesse o fazendo por ser alguém que se prostitui e estar sendo rejeitado? E isso do chup(") meu bem, no (") querido, para quem se faz, por qual motivo? Eu alguém com intenções do tipo que ele mencionou ? E alguém querendo viver as custas dele? Roubando comida da casa dele? Seria preciso tudo isso e meses de metódico pau no traseiro se bastaria que oferecesse alguma coisa em troca e dizer chup(") meu bem e depois no c(") querido? Pelo jeito o no c(") querido não saiu bem como ele planejou e para finalizar melhor, por não ter conseguido o que queria, resolveu devolver esse dinheirinho que eu tinha por ter eu lhe pedido dinheiro emprestado para comprar uma passagem de ônibus de São Paulo para Porto Alegre! Junto com seus amigos! Eu teria pego esse dinheirinho porque é o que eu fui fazer na casa dele, obter dinheiro em troca de sexo, o que havia permitido havia permitido por ser covarde e corrupto e só não quis o pau dele me enfiado na boca por não me ter ele oferecido dinheiro, ser algo que é para alguém como eu o meio para obter dinheiro e comida e o dinheiro haver sido oferecido em troca da minha mãe fazer o que eu não quis e de eu ter aceito e levado comigo com essa intenção, por ser o que de mim é próprio! Eu não esperava ficar muito tempo vivo quando para lá voltei e nem tinha algum motivo para querer ficar vivo mas por me ter feito o que fez e por não querer ser acusado de prostituição e de ainda ter vendido a minha mãe para ele em troca desse dinheiro eu quis ficar vivo! Para me inocentar do que me acusaria! E até quis e esperei ajuda de outras pessoas para isso!